Arquivos da Categoria: bitREVIEW

bitREVIEW – To The Moon

PC

NOTA: 9,0

O que falar sobre To The Moon? Acabei de terminar o jogo e pensei: É uma das histórias mais bonitas que já vi na minha vida! Eu tenho que divulgar esse jogo, as pessoas precisam conhecer a história de Johnny e River. Precisam passar por tudo que senti quando joguei esse jogo, as emoções, as tristezas e as alegrias.

To The Moon é um jogo indie no estilo RPG/Adventure, é um jogo independente feito pelo Kan Gao com a Freebird Games. O cenário indie dos games vem crescendo cada vez mais ultimamente, e as pessoas vêm dando o devido valor a esse diferente cenário. Pois nos jogos indie, podemos ver idéias novas e conceitos diferentes do que estamos acostumados no mercado das grandes empresas, aonde o objetivo principal é gerar o lucro no final, e assim acabam mantendo uma fórmula mais padrão, para não correr riscos.

Toda a genialidade de To The Moon está na sua  história muito bem elaborada e construída, feita de forma a não deixar furos de roteiro. O jogo que possui um visual que lembra os gráficos da era 16 bits, utiliza o seu bom enredo mesclado com elementos de jogabilidade para prender o jogador até o final da trama.

História: A idéia do jogo se baseia no seguinte, uma empresa chamada Sigmund Corp. possui uma tecnologia de entrar na mente das pessoas através dos seus doutores. Eles atendem a pessoas que estão à beira da morte para realizarem um último desejo delas. Com isso os doutores da empresa através de uma máquina entram nas memórias daquela pessoa e implantam em algum ponto de sua vida o desejo de realizar aquele sonho, o que resulta numa reação em cadeia na memória da pessoa, que lhe faz acreditar que realizou o seu desejo e de que viveu tudo aquilo.

Na nossa história, Johnny, um homem de idade que está no fim de seus dias, já solitário, pois sua esposa morreu há dois anos, contata a empresa para que eles possam realizar o seu desejo, o desejo de ir para a lua. Então a Dra. Rosalene e o Dr. Watts da Sigmund vão até a casa do Johnny em uma colina, ao lado de um farol antigo, para assim realizarem o seu desejo. Eles então utilizam a máquina para entrarem na mente de Johnny, e assim vão explorando suas memórias, desde um idoso até a sua infância, para então descobrir uma motivação para que possam usar para despertar o desejo dele ir à lua, e assim realizarem seu trabalho.

Só por isso o enredo já é muito interessante, mais o que é mais comovente, é a vida de Johnny e sua esposa River, uma história de amor e tristezas. É muito emocionante ver como tudo foi acontecendo na vida deles, os acertos e os erros. E a conseqüência de pequenas coisas que podem influenciar lá na frente. São coisas da vida que você olha e se emociona com a história dos dois. Não dá para dizer a quão grandiosa a história é sem dar alguns spoilers, por isso é melhor jogar e vê o que estou falando para não estragar a experiência.

Jogabilidade: A jogabilidade não é o foco do jogo, pois o jogo sendo um jogo indie possui seus defeitos e coisas que poderiam ser mais bem trabalhadas e integradas. Ao longo do jogo conforme a Dra. Rosalene e o Dr. Watts vão explorando as memórias de Johnny, você vai se utilizando de mecânicas de exploração que lembram RPG’s do Super Nintendo, assim como elementos de jogos de Adventure, como achar itens pelo cenário e conversar com as pessoas.

Para ir viajando para as memórias mais antigas de Johnny, você deve buscar nos cenários itens, ou mementos no jogo(como por exemplo um ornitorrinco de pelúcia!), que trazem lembranças para o Johnny. Ou seja, aquele memento que também estava presente na lembrança mais antiga para a qual você quer ir, acaba funcionando como uma âncora para te levar até a memória anterior. Resultando num simples puzzle, um quebra-cabeça de virar os pedaços de uma figura para assim viajar mais ao passado.

O jogo é focado nos diálogos e na interação com os itens e as lembranças, para assim ir viajando pelos cenários que são diferentes lembranças da vida de Johnny, com diálogos muito bem construídos e até engraçados algumas vezes. O jogo também traz várias referências ao mundo gamer e nerd, algo bem divertido.

Som: A trilha sonora do jogo também é algo muito importante no jogo. A trilha sonora foi produzida pelo próprio criador do jogo, o Kan Gao, talvez por isso a trilha sonora seja tão coerente as situações da narrativa que ocorrem. Com passagens de piano muito límpidas e cheias de emoção, a trilha do jogo é muito bonita.

E o mais interessante é ver como ele criou músicas que fazem parte da própria história do jogo, como a própria “For River (To The Moon)” que é criada e tocada na história pelo próprio Johnny.

Gráficos: O gráfico do jogo é algo simples, mais é relevado por ser um jogo indie. O gráfico como citado remete aos RPG’s japoneses da era 16 bits, com bastante inspiração também em animes. Mais isso tudo acaba contribuindo um pouco para a nostalgia de relembrar jogos antigos.

Apesar das limitações gráficas, o jogo consegue te passar a mensagem que ele quer, e você consegue entender muito bem as ações dos personagens e até mesmo suas emoções.

Prós: 

  • Enredo espetacular
  • Personagens muito interessantes que fazem com que você se importe com eles
  • Trilha sonora envolvente

Contras:

  • Jogabilidade simples com mecânicas confusas por vezes
  • Gráficos simples

Conclusão:

O jogo me surpreendeu muito. É muito bom achar “perdido” por aí um jogo como To The Moon. Jogos com uma narrativa tão intensa como To The Moon, são aqueles jogos que fazem você ter orgulho de ser gamer e por poder experienciar tais coisas. Só comprova o patamar de arte que os jogos de hoje em dia vêm alcançando. O enredo muito bem amarrado e construído é de causar inveja a qualquer diretor de Hollywood ou a muitos escritores.

O jogo me forneceu uma experiência bem diferente com jogos, algo que poucos jogos conseguem. Consegue nos envolver na história a ponto de você se preocupar e torcer pelos personagens do jogo.  Mais há de se saber que o jogo pode não ser para todos, existem gostos e gostos, por isso pode ser que você não se sinta atraído pela temática proposta pelo jogo. O jogo vale muito à pena, é um jogo que merece ser jogado por todos, e por isso estou aqui fazendo a minha parte e divulgando. Em breve teremos mais surpresas sobre To The Moon aqui no bitSTART, quem sabe não rola uma cópia do jogo pra você?

Compre: Jogo completo – To The Moon

Compre: Trilha Sonora do Jogo

 

bitREVIEW – Hunter Blade

PC

NOTA: 9,0

Hunter Blade, o genérico do Monster Hunter, que não decepciona em nada quando comparado a original!

É impossível falar de Hunter Blade sem compará-lo ao Monster Hunter, afinal o jogo é muito parecido com o Monster Hunter (copia descarada, praticamente a Xerox). Diferenciando suas classes por armadura leve/pesada, armas de longa distância/curta, além de caçar monstros e forjar armas e armaduras com os materiais. No começo apenas um item range e dois melee estão liberados, depois no lv30 e 40 você poderá usar-los. O fato de ser um MMO(Massive Multiplayer Online) o torna muito mais atraente, pois nele é possível caçar em grupo, e formar seu próprio clã para reunir seus amigos.

O diferencial são as skills e masteries que vão aprimorando seu personagem conforme avança de nível, tornando seu muito mais poderoso que em Monster Hunter, apesar disso e do fato de poder caçar não torna o jogo mais fácil, você tem de ralar bastante para fazer sua armadura e pegar itens dos monstros.

O jogo é gratuito e está na versão final, para quem não pode jogar o Monster Hunter online, Hunter Blade é sem duvida uma ótima opção, afinal o jogo não deve nada em relação ao Monster Hunter.
Eu estou jogando freneticamente já estou nível maximo do jogo que até agora é 70, e ainda tem muito monstro para caçar e muita armadura e arma para fazer.
Se você já enjoou de passar perrengue sozinho no Monster Hunter, concerteza vai gostar muito de Hunter Blade.

História: Você é uma caçador em um mundo repleto de monstros, realizando a caça dos mesmo em troca de shells (dinheiro do jogo) e itens. Você faz missões para diversos Npcs, para ajudar o clã e o mundo.

Jogabilidade: O jogo apresenta uma boa jogabilidade, apesar de ser um MMO, possui compatibilidade com o controle de X-Box 360 e o controle adaptado do PS2 (Mas precisa ter paciência e perseverança para configurar).

Os comandos são muito bons e o fato do próprio jogo pré estipular uma barra de itens para você ajuda bastante, e quando o item acaba não some da barra, o que é muito útil o que atrapalha é o lag que dar ás vezes.
Outro fato que existe em hunter blade é o fato de parecer o dano subindo ( é muito bom ver que você hita com mais de 3000 de dano com o critico!)
O arco possui um modo FPS muito bom de se usar, pois na hora da batalha não se pode falhar.

Som: A trilha sonora é bem simples e relaxante tem ótimos efeito sonoros nos campos de caça, você ouve pássaros e insetos claramente.

Na hora do boss a musica muda e fica muito mais frenética dando mais emoção a batalha.

Gráficos: O gráfico do jogo não é da nova geração, mas está acima dos gráficos do Monster Hunter. Os cenários são muito bonitos e amplos, infelizmente são um pouco repetitivo. Os design das armaduras são incríveis e muito diferentes umas das outras, as armas também são muito bem boladas.

Prós:

· Grande variedades de armas
· Ótima jogabilidade
· Apesar de seguir o estilo do Monster Hunter tem seus próprios meritos
· Os monstros são incríveis

Contras:

· Muitos bugs ainda
· Alguns estágios travam do nada
· A fadiga não deixa você jogar o quanto quiser.
· Faltou quebrar as partes do bicho quando agente bate nele( sou doido para quebra o chifre Green Crab King)

Conclusão:
Se você não pode (ou não quer jogar) o Monster Hunter em Japonês cheio de lag,  jogue o Hunter você não irá se arrepender.

Caso se interessem pelo jogo e queiram se juntar ao Brodis(nossa família), adicionem Manel ou Alab e mandem uma mensagem privada!

bitREVIEW – Sonic Generations

Xbox 360/ Playstation 3/PC

NOTA: 8,5

Só de ouvir o nome Sonic, já vem a minha memória muitas boas lembranças, bons momentos da minha infância gamer. Momentos únicos como o simples fato de sair correndo sem se preocupar pela bonita paisagem de Green Hill Zone no Mega Drive. Coisas que com o tempo e os recentes lançamentos do porco-espinho azul mais famoso do mundo foram ficando esquecidas. Afinal os lançamentos da Sonic Team com a SEGA de jogos do Sonic nesses anos não são dignos de serem lembrados. Com exceção dos dois jogos do Sonic Adventure de Dreamcast e um suspiro em Sonic Rush do DS, não tivemos muita coisa boa. Recentemente as coisas começaram a mudar, parece que a Sonic Team está começando a ouvir os fãs e colocando as coisas no eixo, mais sem deixar de inovar e criar algo novo. Assim então veio o muito bem recebido Sonic Colors pro Wii e agora o excelente Sonic Generations.

No Sonic Generations, os produtores atendendo aos pedidos dos fãs, trouxeram de volta o clima do Sonic antigo 2D da era dourada do Mega Drive, trazendo inclusive o Sonic “gordinho” que os fãs tanto falam. Utilizando a velha mecânica de plataforma 2D e de velocidade dos jogos antigos. Mais a Sonic Team não queria deixar de lado tudo que tinha feito nos últimos anos com o “novo Sonic”, queria aproveitar o que ela tinha feito de novo e interessante também. Então por que não juntar os dois? E foi isso que aconteceu.

História: A história nunca foi o ponto forte de Sonic, já que o jogo tem uma temática simples para agradar todas as idades. E quem se importa? O legal de sonic é sair correndo por aí e saltando sobre molas! Para conseguir juntar o Sonic clássico com o Sonic novo, eles criaram uma distorção no tempo. Durante o aniversário do Sonic, enquanto festejavam mais um ano de vida do Sonic com toda a galera do Sonic (ou seja, aquele monte de bixu estranho… raposa, eqüidna, jacaré…), um monstro estranho surge do céu e  começa a puxar todo mundo para um portal. Aí então que o tempo se distorce.

Sonic então encontra o Sonic do passado (que no jogo é mudo) e juntos vão tentar salvar seus amigos e restaurar o mundo. Os amigos de Sonic ficaram paralisados como uma estátua branca em diferentes lugares que também estão brancos, que são os estágios do jogo. E para salvá-los você deve terminar o respectivo estágio com o Sonic do passado e o do presente para que o lugar volte ao normal com cores e o seu amigo seja salvo. Avançando assim pelos estágios e enfrentando o clássico vilão Dr. Eggman (ou Robotnik…).

Jogabilidade: O ponto alto do jogo. Aproveitando a questão do Sonic do passado e o do presente, utilizam de acordo com o Sonic que você está usando a jogabilidade igual ao do jogo do Sonic em questão. Quando jogando com o Sonic do passado você tem toda a jogabilidade dos Sonics 2D do Mega Drive, somente com o pulo e com a bolinha que você fica girando abaixado, que agora pode ser usado pressionando um botão, facilitando seu uso. Já com o Sonic moderno, temos a barra do dash e a sua corrida, aquele pulo que mira automaticamente nos alvos próximos, além de vários elementos modernos. E toda a jogabilidade e movimentação 3D, alternando algumas vezes para o clássico side-scroller 2D.

A sensação de velocidade do jogo é sensacional, melhor que qualquer Need for Speed que você jogue. E o jogo te proporciona isso de forma simples e divertida, com uma jogabilidade simples e eficiente. Passando por cenários clássicos de jogos antigos mais todos atualizados e refeitos, divididos em dois atos, um para o Sonic antigo e o outro para o moderno. O excelente level design do jogo está de novo presente, com cenários muito bem feitos e pensados. As boss fights são divertidas, com chefes grandes e que alternam diferentes formas para se vencer cada um.

O jogo também tem um fator replay muito bom. Pois são vários desafios para você concluir, muito conteúdo para desbloquear, como músicas, artworks e ficha de personagens. Você também conquista pontos que você pode comprar skills, que te dão alguns benefícios no jogo.

Som: A trilha sonora de Sonic sempre foi muito boa. Tanto que até pessoas que não curtem games conhecem as músicas. Nesse jogo aproveitando o fato de terem vários cenários de jogos antigos, trouxeram de volta as músicas clássicas, mais todas regravadas com uma qualidade muito boa.

Outra coisa interessante, é que quando se joga o estágio no ato do Sonic clássico, a música que toca é a clássica. Mas quando se joga o estágio com o Sonic moderno, você ouve uma versão nova da música, remixada e num estilo diferente, deixando ela mais “moderna” e agitada para toda a correria do Sonic novo.


Gráficos: O gráfico do jogo me surpreendeu. Somado ao magnífico level design do jogo, os gráficos fluem muito bem. Com cenários muito artísticos e criativos feitos com muita inspiração. São diferentes paisagens de acordo com cada estágio, desde praias, cidades, fábricas e vulcões, tudo muito colorido e vívido.

Prós: 

  • Excelente Level Design
  • Ótima jogabilidade
  • Restaurou o espírito dos jogos do Sonic clássicos
  • Trilha sonora muito boa

Contras:

  • História simples e meio sem noção
  • Alguns estágios clássicos ficaram de fora
  • Alguns personagens não são muito carismáticos

Conclusão:

O jogo traz de volta tudo o que gostávamos nos jogos clássicos do Sonic, sem deixar de aproveitar o que teve de bom nos jogos mais recentes. Mesclando tudo de uma forma muito competente, trazendo um jogo com uma jogabilidade legal e muito divertido. A história simples não compromete o jogo, pois não é o foco do jogo. Os cenários já conhecidos refeitos com gráficos muito bonitos e coloridos junto com a nova trilha sonora elevam o padrão do jogo. É um ótimo jogo e que me surpreendeu positivamente, mais um ótimo jogo que vale a pena ser lembrado em meio a tantos bons lançamentos de 2011.

bitREVIEW – Rise of Nightmares

Xbox360 – KINECT

NOTA: 7,5

Rise of Nightmares oferece uma experiência de Horror de arrepiar a espinha, que usa o inovador ‘controle’ Kinect para o Xbox 360, para dar aos jogadores a mais tenebrosa sensação de terror. Usando todo seu corpo, os jogadores experienciarão o medo e a tensão como nunca antes vistos nesse exlusivo. Bom,  isso foi o que a desenvolvedora disse(mais ou menos) sobre o jogo. Como é na realidade? Continue lendo.

Desde o lançamento do periférico Kinect para o console da Microsoft, muitos games da classe ou raça Hardcore vêm reclamando que os jogos desse estilo(Hardcore) foram deixados de lado em favor dos ‘Malignos’ jogos Casuais. Pensando nisso a SEGA anúnciou seu mais novo jogo de Terror feito exclusivamente para o periférico, Rise of Nightmares.

História: Em uma viagem pela Romênia, Josh e sua esposa Kate, estão em um trem com vários outros turistas. Durante a viagem, Kate está para contar algo a Josh, quando descobre que ele estava escondendo uma garrafa de bebiba(aparentemente ele tinha problemas de bebida).

Irritada, ela sai da cabine em direção ao vagão da comida. Josh encontra um Romeno que fala sobre sua esposa ter deixado uma carta para ele na cabine. Depois de ler a carta e se sentindo culpado, Josh decide ir até o vagão da comida para se desculpar. No caminho, ele passa pelos outros passageiros, como uma estudante, duas bailarina , dois generais Romenos, dentre outros. Antes de chegar ao vagão Josh é abordado pelo coletor de Tickets e deixa o seu ticket cair dentro de uma das cabines, onde uma Cartomante lhe fala sobre problemas que estão por vir.

Ao chegar no vagão da comida, Josh o encontra todo cheio de sangue e sua esposa sendo levada por um grande “homem” com um mecanismo estranho no rosto. Um dos generais tenta parar o “homem”, mas é dividido ao meio em um só golpe. Quando Josh tenta segui-lo, o trem descarrilha. Ao acordar, Josh está no trem destruido na beira de um rio violento. Ele e outros passageiros saem dos vagões e seguem para uma caverna onde eles decidem explorar o local enquanto Josh procura por sua esposa.

Jogabilidade: Todo controlado pelo Kinect, o jogo tem seus comandos mais usados e alguns que variam em momentos certos. O jogo é em primeira pessoa, para andar o jogador coloca um de seus pé para frente(para trá se quiser voltar), virando seus ombros para os lados a câmera segue o movimento, ao levantar ambos os braços o jogador entra em modo de combate onde o inimigo mais próximo fica em lock-on e você usa movimentos horizontais, verticas ou de pefuração. Algumas armas têm movimentos diferentes de ataque, e também ‘This is Sparta Kick’ quando o jogador chuta. Para explorar ambientes o jogador mantém a mão direita(ou esquerda se trocada nas opções) para frente até que uma mão apareça na tela e você selecione o item em questão.

O movimentos tem uma boa resposta ao comando do jogador. No inicio é um pouco dificil de se acostumar mas com pouco tempo já temos habilidade para seguir em frente. Eu senti falta dos movimentos de virada rápida e Sidewalk, mas não é nada que deprecie o jogo.

Som: A trilha do jogo é meio caída quanto a músicas. Na maior parte do tempo teremos uma trilha baixa com vários gemidos ou urros de monstros. Ás vezes esses barulhos indicam presença dos inimigos, mas muitas vezes só servem de ambientação.

Gráficos: Os gráficos não são o ponto alto do jogo, porém oferecem o necessários para divertir. E não perdem para nenhum outro jogo já lançado para o Kinect.


Prós:

  • Jogabilidade diferente por conta do Kinect;
  • Maioria dos movimentos são bem intuitivos;
  • Pode ser considerado o primeiro jogo Hardcore para o dispositivo, mesmo não sendo tão Hard assim;
  • Algumas situações do jogo ‘brincam’ com filmes ou jogos.

Contras:

  • Não é terror nem de longe(a não ser que você tenha medo até de respirar);
  • Poderiam ter trabalhado melhor alguns movimentos do game para que o jogador pudesse fazê-los realmente;
  • História manjada.

Conclusão: Rise of Nightmares foi um dos primeiros jogos que eu joguei para o Kinect e depois de ter jogado outros títulos, ele ainda é um dos que vale a pena conferir. Não é perfeito, mas para aqueles que possuem um Kinect e querem algo melhor do que joguinhos de esporte, esse é o jogo certo. Quem não comprou um Kinect ainda, pode esperar mais, pois esse jogo sozinho não vale sua compra. Mesmo o jogo tendo obtido notas variadas pela internet afora, eu confesso que  me diverti bastante com o jogo, mas sei que ele não é para todos os gostos. Aconselho aos interessados que aluguem ou procurem mais informações antes da compra.

bitREVIEW – Jurassic Park: The Game

NOTA: 7,5

Jurassic Park: The Game é o mais novo jogo da desenvolvedora Telltale Games (Back to the Future // Sam & Max ) dessa vez abordando o universo da série com seus dinossauros e conspirações empresariais.

História:  Jurassic Park: The Game se passa durante o primeiro filme e termina algum tempo depois dele. Conta a estória de 6 sobreviventes que querem deixar a ilha após o acidente que soltou os dinossauros no primeiro filme. Com algumas reviravoltas e segredo os sobreviventes lutam para sairem ilesos dessa situação.

Jogabilidade: A jogabilidade varia entre momentos de conversa e quicktime events, onde você deve apertar os botões do controle (mouse e teclado no pc) das mais variadas formas para seguir na ação e consequentemente na estória. Em alguns momentos o jogo abre possibilidades diferentes, você pode, ou errar um um botão seguir para uma cena nova que te permite escapar de outra forma.

SOM: Ótimo. Para quem já conhece o som caracteristico de um T-Rex (no filme), vai ficar muito satisfeito em ouvir o enorme berro do animal. Todas as músicas tema dos filmes também estão presentes em vários momentos do jogo adicionanando uma certa nostalgia.

Gráficos: Os gráficos não são os melhores já vistos nessa geração, mas fazem seu trabalho perfeitamente para a proposta do jogo.


Prós:

  • Jogabilidade interessante que não deixa o jogo ficar parado;
  • Momentos memoráveis dos filmes sendo visitados no jogo;
  • Uma boa estória que se encaixa muito bem no universo de Jurassic Park;
  • Personagens legais e  a dublagem funciona.

Contras:

  • Não é um jogo para todos os gostos;
  • As vezes morrer em uma mesma cena várias vezes e ter que voltar toda ela é irritante;
  • Não possui um sistema de save muito útil.

Conclusão: Se você é um fã da série, não pode perder esse jogo. E para aqueles que não estão familiarizados com Jurrassic Park, o jogo ainda oferece uma experiência agradável. Ao menos a vontade de rever os filmes você vai ter após jogar.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 133 outros seguidores